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Mostrando postagens de dezembro, 2020

Desenhos sobre o estudo de luz e sombra

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Estudo de luz e sombra (versão final)

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Mapplethorpe e Letizia Battaglia

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 Seguindo ainda com os estudos sobre luz e sombra, os professores nos passaram a atividade de selecionar duas fotos de cada um dos dois fotógrafos que eles propuseram para cada grupo, analisando-as em sua estrutura compositiva.  Mapplethorpe Robert Mapplethorpe foi um fotógrafo que atuou entre as décadas de 70 e 80 em Nova Iorque. O seu trabalho, por ter temáticas como nudez, sadomasoquismo e androginismo, foi considerado subversivo pela sociedade da época. Ele também foi um importante símbolo na causa LGBT e, infelizmente, sofreu uma morte prematura aos 42 anos em decorrência da AIDS. As obras escolhidas foram: Calla Lily. Mapplethorpe (1986)  Jim and Tom,Sausalito. Mapplethorpe (1977) Letizia Battaglia Letizia Battaglia, nascida em 1935, foi a primeira fotojornalista siciliana a retratar conflitos da máfia e situações policiais. Suas principais abordagens foram   a situação dos bairros mais pobres de Palermo, os movimentos políticos e o levante de novos comportamen...

Estudo de luz e sombra (2ª versão)

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Atividade sobre o estudo de luz e sombra

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 Nesta atividade, depois de termos feito os objetos, explorando as suas sombras, nos unimos em grupos de cinco pessoas para poder analisar a composição de cada trabalho e eleger os dois que mais se contrariavam em relação a construção do objeto e a técnica utilizada. Os objetos escolhidos foram o do Yago (à esquerda) e o meu (à direita). Estes se destoam, principalmente, pelo aspecto minimalista de um em contraponto com uma forma mais exagerada e carregada de nuances. Além disso, as técnicas de distinguem, já que, a da esquerda consistiu em formas mais sólidas, sem a utilização de muitos cortes. Já a da direita foi feita com o recorte de diversas tiras e a manipulação desordenada delas.  Ainda nessa dinâmica em grupo, tivemos que fazer a representação em desenho de um objeto de outra pessoa do grupo, sendo, a minha, do objeto da Daniele.  

Estudo de luz e sombra

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O godê inserido no texto "Animação Cultural" de Flusser

[...]      Tomem a mim própria como exemplo. Enquanto "mesa", sou por certo analisado em minha específica mesidade. Mas sou igualmente analisável como fenômeno inanimado, por exemplo, como pedaço de madeira. E como fenômeno animado, por exemplo, como manifestação da vontade de sustentar livros. O problema, caros camaradas, é de assumirmos o nosso condicionamento inanimado e animado, a fim de podermos ultrapassá-lo e afirmar a nossa autonomia objetiva, e os nossos direitos objetivos.       Permita-me interrompê-lo mesa-redonda - disse o godê.      E continuou:      Compartilho do mesmo pensamento que o senhor. Eu possuo em todo o meu fenômeno animado a potencialidade de criações das mais diversas. Usam-me para a formulação de expressões culturais, sentimentais e artísticas, mas sou apenas contemplado como fenômeno inanimado, um simples suporte de material plástico que recebe em si as mais diversas tintas. Entretanto, caros ...

Sob a perspectiva de um objeto

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Nesta atividade, eu deveria escolher algo que me representasse, mas sou indecisa demais para escolher algo. Então, na tentativa de achar algo relacionado a mim, o meu padrasto sugeriu um godê pois, segundo ele, sou uma pessoa "colorida" e criativa. Com esse objeto, a proposta foi de pensar sob a perspectiva dele, fazendo tanto representações com desenho, quanto com fotos.   Ilustração das perspectivas do objeto o objeto                                                        onde o objeto habita                              o que o objeto vê  (não está na perspectiva correta, mas são os objetos que o godê "vê)
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  Ei! Estou aqui para me apresentar brevemente e tentar por em linhas o porquê de eu ter escolhido arquitetura.  Meu nome é Giovanna Barreto, tenho 18 anos e nasci em João Monlevade, mas morei por quase 8 anos em Vitória, no Espírito Santo, e, desde 2016, moro em Belo Horizonte.  Atualmente faço arquitetura na UFMG. Sempre foi um curso que gostei muito, me lembro de com 10 anos já brincar inventando casas e fazendo plantas, e que me permitia unir tanto o lado artístico, quanto conciliar as ciências humanas e as exatas.  Apesar de já ter definido desde muito nova o que eu queria, algumas vezes me questionei se era o curso certo, tanto por conta de questionamento de alguns professores meus, quanto por insegurança (me sentia perdida entre belas artes, moda, engenharia química e engenharia civil, mas sempre tendo a arquitetura em primeiro lugar). Mesmo com muitas mudanças de pensamento ao longo desses 7/8 anos querendo fazer arquitetura , o que mudou foi só o meu “porquê...