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Mostrando postagens de fevereiro, 2021

Arquitetura parasita: primeira orientação

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  A ideia, neste trabalho, é a criação de um espaço anexo ao quarto, uma espécie de arquitetura parasita. A partir disso, surgiu a demanda da realização de uma maquete e um texto sobre as ideias iniciais e a problematização do ambiente. Fotos da maquete do meu quarto:                     Tendo isso em vista, algumas questões surgiram por conta da pandemia, como por exemplo a improvisação de espaços para o home office e o Ead e, como consequência dessa improvisação, a perpetuação do som para os outros cômodos, gerando uma certa falta de privacidade e gerando incômodo. Além disso, a transferência da faculdade e dos escritórios para o ambiente da casa causa uma certa exaustão por estar integralmente inserido nos mesmos espaços.       Sendo assim, pensei na criação de um anexo não somente ligado ao meu quarto, mas também ao quarto de casal e a área privativa. Esse espaço seria multifuncional, com uma acústica bo...

Análise Hertzbergeriana (do quarto para a rua)

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       No livro “Lições de Arquitetura”, Herman Hertzberger traz diversos conceitos, perspectivas e interpretações sobre o espaço arquitetônico, os quais vão elucidar uma análise sobre meu ambiente de vivência cotidiana, partindo da esfera mais privada, o meu quarto, até a mais pública, a rua e a vizinhança.   Inicialmente, o livro aborda a demarcação territorial (esfera pública e privada) e a diferenciação e a variação entre esses espaços. A partir disso, começarei a análise do meu quarto que, embora estabelecido como um único cômodo, é na verdade subdividido em três, o quarto de fato, um escritório e uma varanda. Essa subdivisão se dá por portas, a do quarto para o corredor, de madeira, e tanto a do quarto para o escritório, como a do escritório para a varanda são de vidro, dessa forma, mostra uma restrição maior em relação a casa e uma integração interna entre esses três espaços. Sendo assim, fica evidente como a utilização de materiais contribui para a integ...

objeto-espaço-vestível-dialógico (entrega final)

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"Dedos no espaço", essa é a ideia principal do meu objeto. Consiste na criação de extensões do corpo (no caso dos dedos), as quais são interligadas e podem ser conectadas a várias pessoas.  Diante disso, no vídeo usei gravações tanto da montagem e das experimentações quanto da interação de outras pessoas com o objeto. Como foi explicitado durante as orientações, não estabeleci regras para sua utilização, apenas os deixei no espaço e cada movimentação foi surgindo a partir do imaginário de quem estava em contato com os dedos. Além da sua limitação tátil, as cordas interligadas dificultavam a ação individual dentro do espaço, forçando-os a um consenso coletivo. Sendo assim, as restrições do objeto são mais evidenciadas e exploradas.  Segue abaixo o vídeo dos dedos:

Objeto-espaço-vestível-dialógico (pré-entrega)

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 Mantive a ideia inicial das mãos, mas conforme a última orientação, explorei ela em contextos cotidianos, além de sua versão interligada por fios e outra sem eles.  Por estar nas mãos, mais especificamente como uma extensão dos dedos, o meu objeto mexe com o tato, trabalhando mais com a restrição do que como um solucionador de obstáculos. Como havia dito, fiz duas versões. A com linha ficou com um caráter mais performático pela minha dificuldade na hora da gravação, enquanto que a sem as linhas foi utilizada para a exploração das atividades. Confesso que em alguns momentos eu mesma fui surpreendida, pois alguns movimentos e ações que considerava impraticáveis com os dedos, foram viáveis (como ser reconhecido pelo touch do Ipad).  Enfim, meu trabalho não tem uma finalidade específica e, como foi orientado, nem procurei um único fim para sua utilização. Dessa forma, o seu único propósito é de exploração do ambiente e de ações que fogem do habitual, seja derrubando coisas c...

Objeto-espaço-vestível-dialógico (última orientação)

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 Para essa última orientação, fiz um protótipo ainda um pouco simplório do meu objeto. Tive alguns contratempos na execução, mas que serviram para observar alguns potenciais de melhora na elaboração.  Como o meu objeto eram extensões dos dedos, fiz moldes usando cerâmica fria, que posteriormente pintei com tinta acrílica e fiz as linhas usando fitas, porém não gostei do resultado e pretendo mudar para barbante. 

Objeto-espaço-vestível-dialógico (segunda orientação)

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 Depois da primeira orientação, os professores falaram que devia ser um objeto mais real sem muita utilização de metáforas e simbolismos. Por isso (apesar do bloqueio criativo e a falta de ideias), criei outro objeto.