Objeto-espaço-vestível-dialógico (pré-entrega)

 Mantive a ideia inicial das mãos, mas conforme a última orientação, explorei ela em contextos cotidianos, além de sua versão interligada por fios e outra sem eles. 

Por estar nas mãos, mais especificamente como uma extensão dos dedos, o meu objeto mexe com o tato, trabalhando mais com a restrição do que como um solucionador de obstáculos.

Como havia dito, fiz duas versões. A com linha ficou com um caráter mais performático pela minha dificuldade na hora da gravação, enquanto que a sem as linhas foi utilizada para a exploração das atividades. Confesso que em alguns momentos eu mesma fui surpreendida, pois alguns movimentos e ações que considerava impraticáveis com os dedos, foram viáveis (como ser reconhecido pelo touch do Ipad). 

Enfim, meu trabalho não tem uma finalidade específica e, como foi orientado, nem procurei um único fim para sua utilização. Dessa forma, o seu único propósito é de exploração do ambiente e de ações que fogem do habitual, seja derrubando coisas com as linhas, se embolar nelas, ter dificuldade em práticas simples, como abrir uma garrafa de café e até o estranhamento do toque. 

Segue abaixo alguns testes e experimentações que fiz: 







Nesse vídeo, minha cachorra estranhou o toque quando fui fazer carinho com as extensões do dedo.
















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